A semana é de volta do Brasileirão para os times paranaenses, mas ainda é tempo de falarmos da Copa do Mundo. O momento do maior palco do planeta consagra ídolos, personagens e estrelas. Mas foi a força coletiva que ficou com o título.
Longe de querer diminuir Messi ou Mbappe, os maiores destaques individuais dos últimos dois mundiais, mas é impressionante como a força coletiva faz a diferença.
A Espanha de Cubarsi, Cucurella, Rodri, Yamal e companhia, brilhou coletivamente para nem correr perigo contra o poderoso ataque francês na semifinal, e para fazer o gênio Messi passar quase despercebido na final.
A máxima de que um jogador ganha um jogo e um time ganha um campeonato nunca foi tão real. E, para isso, só com um comando de alto nível.
O técnico Luis De La Fuente passou por todas as categorias de base da Espanha. Foi vice pro Brasil na Olimpíada de 2021 e construiu um time com vários jogadores que conhecia desde muito novos.
Lamine Yamal é o principal deles. Mas o astro de 19 anos sofreu uma lesão no fim da temporada europeia e nem precisou jogar tudo que sabe para ajudar La Roja a vencer a Copa. Mais uma prova da força coletiva desse time.
Apontadas como grandes favoritas ao título antes da Copa, a campeã Espanha e a terceira colocada França têm a base com jogadores com até 30 anos. Ou seja, provavelmente estarão bem fortes novamente em 2030.
Já o Brasil vai precisar passar uma renovação. A era da geração Neymar muito provavelmente terminou. Com a possibilidade de um ciclo completo sob o comando de Carlo Ancelotti, o desafio é formar uma equipe forte o suficiente para sonhar com algo a mais.


