Está marcada para 28 de fevereiro a abertura da programação 2026 da Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP). O concerto integra a série Mostly Mozart, que, em 2025, reuniu cerca de 6 mil pessoas em apresentações gratuitas no vão-livre do Museu Oscar Niemeyer. No mesmo local e formato, o concerto está marcado para às 16h.
Além dessa, há outras duas apresentações da série marcadas para o primeiro semestre, uma no dia 28 de abril e outra no dia 4 de julho.
No dia 12 de março, às 20h30, a OSP sobe ao palco do Guairão pela primeira vez no ano. O concerto, que se repete no domingo (15), às 10h30, é dirigido pelo maestro titular da OSP, Roberto Tibiriçá, e terá participação do consagrado pianista irlandês Barry Douglas como solista convidado na interpretação do “Concerto para piano nº 3”, de Sergei Rachmaninov.
Na segunda parte, a Orquestra apresenta a “Sinfonia nº 1, Titã”, de Gustav Mahler. Os concertos também terão participação e homenagem à pianista Analaura Souza Pinto, uma das fundadoras da Orquestra Sinfônica do Paraná. Eles também marcarão a estreia do novo piano Steinway & Sons adquirido pela Orquestra.
Também como forma de descentralização do trabalho da OSP, o grupo continua a circular por municípios do Paraná em 2026, com apresentações já confirmadas em Fazendo Rio Grande, em abril, e Guarapuava, em maio.
Já os concertos de aniversário da OSP, em maio, serão totalmente dedicados a compositores brasileiros, com as obras “O Garatuja”, de Alberto Nepomuceno; “Mandú-Çárárá”, de Villa-Lobos; e “Maracatu de Chico Rei”, de Francisco Mignone.
A temporada terá ainda apresentações de composições de Bach (“Concerto Brandenburg Nº 5”), Debussy (“Danças Sacras e Profanas”) e Schumann (“Sinfonia Nº 4 em ré menor”) em junho, para estreias da nova harpa e cravo da OSP, sob regência de Christian Vásquez, e com Fernando Cordela e Cecília Pacheco como solistas convidados.
Para a apresentação do novo órgão, em julho, o convidado será José Luis Aquino que, ao lado de Analaura ao piano, apresentará a “Peça de Concerto para Piano, op. 92”, de Schumann, e a “Sinfonia nº 3 Órgão”, de Camille Saint-Saëns, sob regência de Tibiriçá.
*Com informações da Agência Estadual de Notícias.


